Como bacharel em Ciência da Computação queria achar a solução dos problemas do mundo, mas a vida me encaminhou para a filosofia para entender como a vida funciona e na religião para encontrar Deus e achar um conformo para encarar a vida.
Comecei a estudar arte com 8 anos, passava horas assistindo TV Escola com os documentários sobre os grandes mestres, esta era minha única fonte de informação que eu tinha naquela época e os livros que minha mãe me dava. Durante minha infância e adolescência ficava praticamente sozinho, no meu mundo criando e printando.
Geografia
Nascido em 22 de abril de 1986 em São João do Oriente , MG - Brasil
Atualmente vive e trabalha em Belo Horizonte, MG - Brasil.
Formação
2019 - Espaço 433 - Fotografia
2018 - Art Business - Galeria de Gravura
2018 - Atelie de Arte Classica Uelington Lima, BH
2016 - MBA Gestão de Negócios, BH
2015 - Cursos livres Cozinha da Pintura, SP
2013 - Desenho na Casa dos Quadrinhos, BH
2012 - Atelie Carlos Buere, BH
2012 - Bacharelado em Ciência da Computação, BH
Deslocar o corpo para que o interior se reencontre — ou, talvez, para que descubra que nunca houve um eu fixo esperando. Cada estrada, cada paisagem atravessada age como uma fenda na percepção; o mundo, ao mudar diante dos olhos, desfaz certezas que pareciam sólidas. O olhar reaprende a ver; o que era externo transforma-se em paisagem íntima. E no silêncio do caminho, algo se solta: a ilusão de que existe um destino ou uma essência a ser recuperada.
A viagem deixa de ser geografia e se torna travessia de si. Nos espaços vazios, na solidão de quem se perde, o desconhecido reorganiza o que estava rígido por dentro. Perder-se, então, não é fracasso — é a condição de quem aceita que nenhum caminho está dado, que cada passo é escolha e cada escolha é um abismo. Ao final, não é o ponto de chegada que fica, mas a alteração silenciosa: a coragem de seguir sem garantias, e a certeza frágil de que o caminho, afinal, é o único lugar onde a liberdade se faz possível — ainda que sem destino.
To displace the body so that the inner self may find itself anew — or, perhaps, so that it discovers there was never a fixed self waiting. Every road, every landscape crossed acts as a crack in perception; as the world shifts before the eyes, certainties once held as solid begin to dissolve. The gaze learns to see again; what was external becomes intimate terrain. And in the silence of the road, something loosens: the illusion that there is a destiny or an essence to be recovered.
The journey ceases to be geography and becomes a crossing of the self. In the empty spaces, in the solitude of one who gets lost, the unknown rearranges what had grown too rigid inside. To lose oneself, then, is not failure — it is the condition of those who accept that no path is given, that every step is a choice and every choice is an abyss. In the end, it is not the destination that remains, but the silent alteration: the courage to go on without guarantees, and the fragile certainty that the road, after all, is the only place where freedom becomes possible — even without a destination.
![]() Punta Arenas 100cm x 80cm Óleo sobre tela | ![]() Ilha Grande 100cm x 80cm Óleo sobre tela | ![]() Manaus 120cm x 100cm Óleo sobre tela |
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![]() Ipoema 50cm x 40cm Óleo sobre cartão telado | ![]() Tiradentes 50cm x 40cm Óleo sobre cartão telado | ![]() Pico do Itacolomi 100cm x 80cm Óleo sobre tela |
![]() Ouro Preto 50cm x 40cm Óleo sobre cartão telado |







